As 12 cachoeiras da Serra da Canastra (São Roque de Minas)
As cachoeiras da Serra da Canastra têm um detalhe que muda tudo: as duas mais altas não ficam no mesmo lugar, e uma delas nem está dentro do parque nacional. A Casca d’Anta tem 186 metros e é a maior queda do rio São Francisco; a do Cerradão tem 202 e fica numa reserva particular, com portaria própria. Listamos as cachoeiras da Serra da Canastra catalogadas em São Roque de Minas, com altura, ingresso, trilha e o que decide se o seu carro chega lá.
Resumo: as cachoeiras da Serra da Canastra em cinco linhas
São Roque de Minas é a porta de entrada do Parque Nacional da Serra da Canastra, no sudoeste de Minas Gerais, e reúne 12 cachoeiras no nosso catálogo. A mais avaliada é a Casca d’Anta — Parte Baixa, com 4,9 com 619 avaliações no Google e entrada gratuita. A mais alta é a Cachoeira do Cerradão, com 202 metros em três lances. Já a mais fácil de todas é a Cachoeira do Jota: 150 metros de terreno plano, sem guia e sem pagar nada.
| Lugar | Nota no Google | Entrada | Trilha | Melhor época |
|---|---|---|---|---|
| Cachoeira Casca d’Anta — Parte Baixa | 4,9 (619) | entrada gratuita | trilha fácil · 1,5 km | melhor nas chuvas (outubro a março) |
| Cachoeira Casca d’Anta | 4,9 (535) | — | — | — |
| Cachoeira do Cerradão | 4,7 (531) | entrada paga | trilha fácil · 1,5 km | — |
| Cachoeira do Fundão | 4,9 (253) | entrada paga | — | — |
| Primeiro Poço da Casca d’Anta | 4,8 (186) | entrada gratuita | trilha fácil | melhor nas chuvas (outubro a março) |
| Cachoeira da Chinela | 4,2 (169) | entrada paga | trilha fácil | boa o ano todo |
| Cachoeira da Lavrinha | 4,8 (92) | valor a consultar | trilha fácil | boa o ano todo |
| Cachoeira do Jota | 5,0 (58) | entrada gratuita | — | — |
| Cachoeira do Nego | 4,9 (52) | valor a consultar | trilha fácil | boa o ano todo |
| Cachoeira Rasga Canga | 4,8 (37) | entrada paga | trilha difícil | — |
| Cachoeira Boa Vista | 4,8 (36) | valor a consultar | trilha fácil | boa o ano todo |
| Cachoeira do Rolinho | 5,0 (5) | — | — | — |
1. Casca d’Anta — Parte Baixa — 4,9 com 619 avaliações no Google
A parte baixa é onde se vê a Casca d’Anta de frente: 186 metros de queda, a maior do rio São Francisco. O acesso é pelo Portão 4 do parque, com 1.500 metros de trilha fácil — cerca de 20 minutos — até o poço. A entrada é gratuita e o banho é liberado.
Há um dado que quase nenhum guia publica: existe um segundo estacionamento a 750 metros da cachoeira, de uso exclusivo de idosos e de quem tem dificuldade de locomoção. Além disso, são 8,5 km de estrada de terra até o portão, e a melhor época aqui é a de chuvas, entre outubro e março, quando a queda ganha volume.
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2. Cachoeira Casca d’Anta — 4,9 com 535 avaliações no Google
Esta é a ficha do conjunto, que reúne as três faces da mesma queda: a parte baixa, o mirante da parte alta e o Primeiro Poço. Vale abri-la antes de montar o dia, porque a parte alta e a parte baixa não se ligam por dentro do parque — quem vê de cima não desce até a base por trilha interna.
Ou seja, são duas visitas com portarias diferentes, e cada uma toma um dia. As regras de acesso estão na página oficial do ICMBio sobre o parque.
3. Cachoeira do Cerradão — 4,7 com 531 avaliações no Google
A Cachoeira do Cerradão é a mais alta das cachoeiras da Serra da Canastra: 202 metros, divididos em três lances. No entanto, ao contrário da maior parte dos atrativos da região, ela não fica dentro do parque nacional — está numa RPPN, uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, com portaria e horário próprios.
Na prática, isso é uma vantagem de planejamento: como o horário não depende do parque, ela funciona como alternativa nos dias em que o acesso principal está cheio. A trilha tem 1,5 km e é fácil, e os valores estão no site oficial da RPPN Cerradão.
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4. Cachoeira do Fundão — 4,9 com 253 avaliações no Google
A Cachoeira do Fundão tem cerca de 80 metros de queda, formada pelas águas do rio Santo Antônio, a aproximadamente 50 km de São Roque de Minas. Antes de tudo, o que decide a visita: a estrada tem trechos intransitáveis para carro de passeio, e a escolha é entre 4×4 ou cerca de 12 km a pé.
Em compensação, é justamente essa dificuldade que mantém o lugar preservado e vazio, enquanto outras quedas da Canastra recebem fila.
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5. Primeiro Poço da Casca d’Anta — 4,8 com 186 avaliações no Google
A parte alta da Casca d’Anta não é só mirante: a 330 metros dele o rio forma poços onde se entra na água. É o que o catálogo registra como Primeiro Poço, com entrada gratuita e trilha fácil.
Contudo, o banho aqui tem restrição, e o aviso do parque é para manter distância da borda — logo abaixo estão os 186 metros de queda. Reserve meio dia e prefira a época de chuvas.
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6. Cachoeira da Chinela — 4,2 com 169 avaliações no Google
A Cachoeira da Chinela fica na Fazenda Chinela, a 6,9 quilômetros do centro, e abre das 9h às 17h todos os dias. A 813 metros de altitude, ela está no fundo do vale — o que a torna uma das poucas visitáveis sem encarar a subida do parque.
Por isso ela resolve o dia de quem chegou tarde ou não quer pegar serra. A trilha é fácil, o banho é liberado e a entrada é paga.
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7. Cachoeira da Lavrinha — 4,8 com 92 avaliações no Google
A Cachoeira da Lavrinha fica em São José do Barreiro, a 8,2 quilômetros em linha reta do centro — uma das mais próximas da cidade, a 897 metros de altitude. Além disso, ela está no mesmo distrito da parte baixa da Casca d’Anta, portanto combina bem no mesmo dia.
Um aviso honesto: não há valor publicado nem telefone divulgado, e nenhuma estrutura registrada. Publicamos o que é verificável e dizemos o que falta.
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8. Cachoeira do Jota — 5,0 com 58 avaliações no Google
A Cachoeira do Jota — também conhecida como Cachoeira da Gurita — é a mais fácil de visitar entre as cachoeiras da Serra da Canastra. Do ponto onde se deixa o carro até a água são apenas 150 metros de terreno plano. Além disso, não precisa de guia e a entrada é gratuita.
Inclusive, o poço é raso, o que a torna a escolha natural de quem viaja com criança. Fica na vila de São João Batista da Serra da Canastra, na face norte do parque, perto da Portaria 2.
9. Cachoeira do Nego — 4,9 com 52 avaliações no Google
A Cachoeira do Nego é a mais próxima do centro de São Roque de Minas, a 4,3 km, e ainda assim está a 1.091 metros de altitude. Ou seja, ganha-se altura sem rodar distância. A trilha é fácil, o banho é liberado e o valor se consulta na hora.
10. Cachoeira Rasga Canga — 4,8 com 37 avaliações no Google
A Rasga Canga fica no alto da serra, com quatro quedas — a maior de uns 15 metros — que caem em duas piscinas rasas e cristalinas. Atenção ao nome, porque ele confunde quem procura: ela também aparece como Cachoeira do Colibri e como Rolinhos Parte Alta.
Já a trilha aqui é difícil — uma das poucas assim em todo o catálogo. Portanto, não é passeio para qualquer visitante.
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11. Cachoeira Boa Vista — 4,8 com 36 avaliações no Google
A Cachoeira Boa Vista fica no extremo norte do território da Canastra em São Roque de Minas: 43,2 quilômetros em linha reta do centro, a 1.107 metros de altitude. É um dos pontos mais afastados do município.
Como não há valor publicado nem estrutura registrada, trate-a como destino de dia inteiro, e de quem já conhece a região.
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12. Cachoeira do Rolinho — 5,0 com 5 avaliações no Google
A Cachoeira do Rolinho fecha a lista com nota máxima, porém com apenas cinco avaliações — ou seja, é a queda sobre a qual o Google ainda tem menos a dizer. Ela fica na mesma face da serra da Rasga Canga, que também aparece como “Rolinhos Parte Alta”.
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Qual das cachoeiras da Serra da Canastra escolher
Portanto, o atalho entre as cachoeiras da Serra da Canastra, conforme o que pesa mais no seu dia:
- Para ver a maior queda do São Francisco: Casca d’Anta — Parte Baixa, gratuita, com 1,5 km de trilha fácil.
- Para a queda mais alta: Cachoeira do Cerradão, com 202 metros, numa reserva particular.
- Com criança: Cachoeira do Jota, com 150 metros de terreno plano e poço raso.
- Sem subir a serra: Cachoeira da Chinela, no fundo do vale, a 6,9 km do centro.
- Para quem quer lugar vazio: Cachoeira do Fundão, a 50 km, com 4×4 ou 12 km a pé.
- Para trilha de verdade: Rasga Canga, a única de dificuldade alta da lista.
Perguntas frequentes sobre as cachoeiras da Serra da Canastra
Qual a maior cachoeira da Serra da Canastra?
Depende do critério. Entre as cachoeiras da Serra da Canastra, a do Cerradão é a mais alta, com 202 metros divididos em três lances, mas fica numa reserva particular, fora do parque nacional. Já a Casca d’Anta, com 186 metros, é a maior queda do rio São Francisco e o cartão-postal do parque. Portanto, a mais alta e a mais famosa não são a mesma.
Tem cachoeira de graça na Serra da Canastra?
Sim. Entre as cachoeiras da Serra da Canastra, a Casca d’Anta — Parte Baixa, o Primeiro Poço e a Cachoeira do Jota têm entrada gratuita. As duas primeiras ficam dentro do Parque Nacional, que tem portaria e horário próprios; a do Jota fica na face norte, perto da Portaria 2, e dispensa guia. Os mirantes do município também não cobram.
Qual a mais fácil entre as cachoeiras da Serra da Canastra?
A Cachoeira do Jota, com apenas 150 metros de terreno plano entre o estacionamento e a água, sem necessidade de guia e com poço raso. Em seguida vêm a Casca d’Anta — Parte Baixa, com 1,5 km de trilha fácil, e a Cachoeira da Chinela, que fica no fundo do vale e dispensa a subida da serra.
Precisa de 4×4 para as cachoeiras da Serra da Canastra?
Não para a maioria. A Chinela, a Lavrinha, o Jota e a parte baixa da Casca d’Anta são alcançadas por estradas que carro comum percorre, embora a última tenha 8,5 km de terra. A exceção é a Cachoeira do Fundão: a estrada tem trechos intransitáveis para carro de passeio, e a escolha é entre 4×4 ou cerca de 12 km a pé.
Qual a melhor época para as cachoeiras da Serra da Canastra?
Para a Casca d’Anta, a época de chuvas, de outubro a março, porque é quando a queda ganha volume — a ficha das duas faces marca esse período. Já as estradas de terra e os mirantes rendem mais na seca, de abril a setembro. A Chinela, a Lavrinha e o Nego estão marcadas como boas o ano todo.
Como esta lista foi feita
Esta lista das cachoeiras da Serra da Canastra saiu do nosso catálogo de São Roque de Minas, a porta de entrada do parque. A ordem é a do número de avaliações no Google — ou seja, não é opinião e não é posição paga.
- Nota e número de avaliações: Google, buscados pela API oficial e exibidos com atribuição em cada ficha. Não guardamos texto de avaliação.
- Altura das quedas, trilha, ingresso e melhor época: conferidos por nós, um a um, e datados na ficha.
- Altitude e distâncias: medidas sobre o ponto registrado no mapa, e por isso podem divergir do número que os guias repetem.
- Regras do Parque Nacional: página oficial do ICMBio.
Dados conferidos em 22 de setembro de 2026. Horário de portaria e condição de estrada mudam por temporada. Portanto, confira a ficha e o ICMBio antes de sair de casa. A lista completa está em todos os lugares de São Roque de Minas.
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Publicado em 1º de outubro de 2026 por Só Vamos.


